Teoria
das Organizações
Mário Jorge Savanhago, (Acadêmico).
Analisa Tiburski Sommer, (Professor/Coordenadora).
Resumo:
A Teoria das organizações: É um grande avanço para que possamos iniciar um
estudo de abordagem técnica direta e eficaz, no que tange a definir para qual
modelo iremos escolher, de maneira simples e prática descobriremos os pontos
fracos e fortes de todos os modelos de organizações bem exemplificados pelo Sr.
Gareth Morgan. Podendo assim diagnosticar e entender as diretrizes daquela a qual
iremos trabalhar, somando, implementado e descobrindo formas e caminhos a
seguir.
1.
Organizações
vista como máquinas:
A padronização veio como primeiro objetivo
lucrar, pois em série tende a sair um produto igual e de boa qualidade aumentando
exponencialmente a quantidade nas linhas de produção, o planejamento e o
controle bem como a burocratização se tornam, mais evidentes com o advento da
revolução industrial. Mas o mecanicismo teve sua origem e exemplo lá atrás nas
Pirâmides e nos impérios, igrejas e exércitos.
Esperasse assim que um comportamento
eficiente, confiável e previsível. Pois as organizações vista como máquinas
tendem a funcionar como máquinas precisas e bem ajustadas imunes a uma série de
vícios e descontroles tão normais e detectáveis em qualquer outra organização não
mecanicista.
Com a organização mecânica também temos os vícios e
rotinas de produção onde surgem falhas, pois com a burocracia. Tornam-se quase impossíveis adaptações e
invenções. Além da insalubridade inerente aos efeitos repetitivos das linhas de
produção
.
As organizações mecanicistas são excelentes para
linhas de montagem e chão de indústria de grandes montadoras mundo a fora. Mas
sempre deixaram a desejar em tantas outras áreas da convivência humana,
sufocando a liberdade e a livre iniciativa dos colaboradores para o novo e
melhor, pois acomoda e vicia seus comandados.

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